Ex-gays testemunham: se você não quer mais ser gay, não precisa ser

Vários ex-homossexuais se reuniram no Capitólio do Congresso dos EUA para testemunharem como mudaram de vida e mostrar a outros LGBTQs que estejam insatisfeitos que eles também podem mudar suas vidas.

A CBN News coletou o testemunho de alguns do participantes daquele evento, mostrando cada particularidade da transformação de homens e mulheres que tiveram suas identidades modificadas.

“Sou uma ex-lésbica.

Sou muito apaixonada por esse tópico porque realmente abracei essa vida.

Não vou falar sobre como ou por que entrei nesse estilo de vida.

Mas eu o abracei completamente, e eu estava confiante em quem eu era e procurei.

Eu era um campeã do LGBT e eu realmente gostei de estar lá e promovê-la”, disse April Lochhart, moradora de Albuquerque, no Novo México.

“Eu acreditava plenamente nessa mentira que se perpetua que as pessoas não mudam, elas não podem mudar, e se você tentar mudá-las, isso é prejudicial à saúde delas.

E eu só quero dizer que é uma mentira”, completou ela que hoje não é mais lésbica e se afirma como “uma mulher feliz”.

Luiz Ruiz, de Orlando, na Flórida, também contou seu testemunho de vida.

Ele se arrepende da vida promíscua que teve que o fez contrair HIV.

“Enquanto eu procurava homens, dormindo com vários, não percebi que havia um homem procurando por mim.

E o nome dele é Jesus”.

Foi através da fé que ele mudou de vida.

“Consegui encontrar uma igreja onde eles me amavam.

E eles me ensinaram que minha identidade não é meu comportamento.

Minha identidade não era quem eu pensava que era.

Mas era um filho de Deus.

Então estou aqui para dizer que eu era homossexual e agora sou um filho de Deus”.

Já Kevin Whitt, de Dallas, no Texas, se descreveu como um ex-transexual, ex-drag queen e ex-prostituta.

“Vivi uma vida de muita confusão de gênero, muito abuso – verbal, fisicamente, sexualmente – por meu pai”, revelou.

“Ao longo dos anos, eu tive provavelmente 5.

000 parceiros sexuais porque eu era uma trabalhadora do sexo.

Eu me odiava.

Eu odiava o fato de ser um homem.

Eu nunca soube me aceitar ou me amar de verdade.

E então, cerca de seis anos atrás, alguém me convidou para ir à igreja”, continuou.

Ele contou que através da fé, conseguiu superar seus traumas e aflições.

“Deus começou a mudar minha vida.

Começou a mudar meu coração.

E começou a mudar minha identidade sexual, minha confusão de gênero.

E comecei a me curar de todas essas coisas”, por isso hoje ele afirma com todas as palavras: “Mudança é possível.

Porque se Deus pode me mudar, Ele pode mudar qualquer um”.

Uma das vozes do movimento de ex-gays mais famosas dos últimos anos é Angel Colon, sobrevivente do ataque à boate Pulse, que tem liderado vários grupos mostrando que é possível deixar a prática homossexual.

Foi o susto que tomou naquela fatídica noite de 12 de junho de 2016 que Angel resolveu mudar.

O atirador Omar Mir Seddique Mateen abriu fogo contra os frequentadores da boate gay localizada em Orlando deixando 50 mortos e 53 feridos.

“Fui baleado seis vezes, tive o fêmur quebrado e sofri danos nos nervos”, relatou.

“Muitos acham que tomei a decisão de deixar o estilo de vida da comunidade LGBT por causa do ocorrido.

Mas eu estava desejando mudar muito antes de 12 de junho de 2016.

Passar por essa terrível tragédia me fez tomar a maior decisão da minha vida e eu estou muito feliz”.

Foi através da religião que ele pode fazer as pazes com sua identidade.

“Hoje estou aqui no Capitólio , compartilhando com o mundo que a mudança é possível Sim, eu sou conhecido como um Pulse sobrevivente, mas eu realmente quero ser conhecido como prova viva de que Deus transforma vidas”, completou.

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